segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COMUNICADO N. 01 DO EDITAL N. 106/2011

A BANCA EXAMINADORA responsável pela realização do processo seletivo de ingresso no MP-Residência, na comarca de Braço do Norte, instaurado pelo Edital n. 106/2011, comunica que foram deferidas as inscrições dos candidatos a seguir relacionados:


A 1ª etapa do certame, composta de prova escrita, será realizada no dia, hora e local abaixo indicados:


26 de agosto de 2011
10:00 hr
Fórum de Braço do Norte
Rua Bernardo Locks, n. 148, 2º andar – Centro – Braço do Norte/SC


Para ser admitido ao local da prova, o candidato deverá comparecer, munido de carteira de identidade ou documento equivalente, com fotografia, com 30 (trinta) minutos de antecedência.

Para a execução da prova, deverá o candidato utilizar caneta esferográfica azul ou preta.

Não será permitida qualquer espécie de consulta, inclusive a textos legais, importando a não-observância da regra e das demais determinações oriundas da Banca Examinadora em imediato e sumário desligamento do candidato do certame.










segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Processo Seletivo de Ingresso no MP-Residência - Edital n.106/2011

Estão abertas, do período de 03/08/2011 a 19/08/2011, as inscrições ao Processo Seletivo de Ingresso no MP-Residência na Comarca de Braço do Norte.

O exercício da função de MP-residente é privativo de bacharel em Direito que esteja regularmente matriculado em curso de pós-graduação, observadas as exigências mínimas descritas no item 3 do Edital deste processo seletivo. A carga-horária de trabalho é de 30(trinta) horas semanais. O valor mensal da bolsa de estágio é de R$ 1.821,66 (um mil, oitocentos e vinte e um reais e sessenta e seis centavos), acrescido de auxílio-transporte no valor de R$ 60,00 (sessenta reais). O prazo máximo para o exercício da função é de até 3(três) anos.

Por ora, visa-se ao preenchimento de 01(uma) vaga na 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Braço do Norte, porém deverá surgir nova vaga no decorrer do mês de agosto para a 2ª Promotoria de Justiça. As inscrições devem ser feitas nas Secretarias das Promotorias de Justiça da Comarca de Braço do Norte localizada no seguinte endereço:

Av. Felipe Schmidt, n. 2154, 1º andar, centro, Braço do Norte - SC, telefone (48) 3658-2814

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Instalação da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Braço do Norte

Desde o dia 5/7/2011, a Comarca de Braço do Norte conta com mais uma Promotoria de Justiça. A partir de tal data, foi instalada a 3ª Promotoria de Justiça, de modo que as atribuições das Promotorias de Justiça ficaram assim definidas:


Apesar da nova distribuição, a Promotora de Justiça titular da 1ª Promotoria de Justiça continuou a ser a Dra. Caroline Cristine Eller e a Promotora de Justiça titular da 2ª Promotoria de Justiça continuou a ser a Dra. Fernanda Broering Dutra. Atualmente, está em trâmite o processo de definição do Promotor de Justiça titular da 3ª Promotoria de Justiça e, até que haja essa definição, as suas atribuições serão exercidas por Promotores de Justiça em substituição. No atual mês de julho, a Dra. Fernanda Broering Dutra é a Promotora de Justiça em exercício da 3ª Promotoria de Justiça de Braço do Norte.


Diante da falta de espaço físico para a colocação da 3ª Promotoria de Justiça ao lado das outras duas Promotorias, situadas na Avenida Felipe Schmidt, n. 2.154, Centro, Braço do Norte, no Edifício Avenida Center, a nova Promotoria de Justiça está instalada dentro do Fórum da Comarca, situado na Rua Bernardo Locks, n. 148, 2º andar, Centro, Braço do Norte.


A instalação da 3ª Promotoria de Justiça é decorrente da crescente demanda de trabalho da Comarca e proporcionará um melhor andamento dos processos judiciais e extrajudiciais, bem como o melhor atendimento à população.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Assinado Termo de Ajustamento de Conduta para sanar irregularidades no Consórcio Intermunicipal para Criança e Adolescente - CIACA

O Consórcio Intermunicipal de Abrigo para Criança e Adolescente – CIACA – é uma entidade pública que visa ao acolhimento institucional de crianças e adolescentes em situação de risco, composto pelos Municípios de Braço do Norte, São Ludgero, Grão Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima, Orleans, Gravatal, São Martinho e Armazém (atual composição, que se alterou ao longo dos anos, com a inclusão de alguns Municípios).

O Consórcio foi criado no ano de 2003, mediante Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, antes mesmo da vigência da Lei n. 11.107/05, que regulamentou a criação dos consórcios públicos. Ao longo de sua existência, o Consórcio apresentou a necessidade de regulamentação de algumas irregularidades, como a ratificação do protocolo de intenções por meio de leis municipais de cada Município consorciado; o registro do Consórcio nos respectivos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; a obediência às normas de direito financeiro aplicáveis às entidades públicas, em especial pelo fato de não realizar licitações para aquisição de bens e serviços e contratar funcionários sem teste seletivo e carteira assinada.

Além das irregularidades mencionadas, após a ocorrência de um incêndio em sua sede antiga, o Consórcio passou a não possuir um espaço físico condizente com as necessidades das crianças e adolescentes, eis que, atualmente, ocupa espaço pertencente à Associação Anselmo Della Giustina Tramontin – ASTRA.

Após diversas tratativas para resolução do caso, com a realização de reuniões na Promotoria de Justiça e na sede do Consórcio, o atual Presidente do Consórcio, Prefeito Municipal de Braço do Norte, concordou com a assinatura de termo de ajustamento de conduta – TAC – com o Ministério Público, para a regularização das pendências ainda existentes.

Por intermédio do TAC, o Consórcio compromete-se a finalizar o Protocolo de Intenções e a ratificá-lo por meio de Leis Municipais de todos os consorciados, com a inscrição nos respectivos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente, até 15/8/2011. A contratação de funcionários e a aquisição de bens e serviços, por sua vez, passarão a respeitar as normas de direito financeiro aplicáveis às entidades públicas, e as atas das reuniões da Comissão Deliberativa serão encaminhadas ao Ministério Público, mensalmente, para fiscalização.

Além disso, até o dia 31/8/2011, o Consórcio fará a contratação de mais um prestador de serviços gerais e de uma secretária executiva, a fim de profissionalizar os serviços já prestados. Também foi colhido o compromisso de, nas férias e licenças dos funcionários que compõem o Consórcio, haver a substituição do profissional por outro apto, para que sempre haja a garantia do adequado e contínuo atendimento das crianças e dos adolescentes.

Por fim, a reconstrução e posterior inauguração da antiga casa de acolhimento, com condições salubres e dignas, ocorrerá até o dia 30/6/2012. A obra será custeada com recursos dos Municípios que integram o Consórcio e pelo valor doado pela Rádio Verde Vale, angariado após a realização de evento musical.

Diante da assinatura do acordo, o Ministério Público aguarda o cumprimento das obrigações assumidas pelo Consórcio, dentro dos prazos estipulados. Eventual descumprimento ou violação de qualquer dos compromissos poderá ensejar o pagamento de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais).

terça-feira, 7 de junho de 2011

Inquérito Civil apura o trâmite e a possível inconstitucionalidade e ilegalidade do Projeto de Lei que institui o Plano Diretor de Braço do Norte


Na data de 21/2/2011, foi instaurada, de ofício, na 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Braço do Norte, a Representação Extrajudicial n. 01.2011.002215-0, visando à coleta de maiores dados em relação à tramitação do Projeto de Lei que institui o Plano Diretor de Braço do Norte (Projeto de Lei Complementar n. 003/2008).



Após a juntada de documentos e das informações prestadas pelo Município e pela Câmara de Vereadores, constatou-se que o mencionado Projeto de Lei está em trâmite desde o ano de 2008, não obstante o Estatuto das Cidades tenha previsto que, para as cidades com mais de vinte mil habitantes, como é o caso de Braço do Norte, o Plano Diretor é obrigatório e deveria estar aprovado até o dia 30/6/2008 (art. 41, I, e art. 50 da Lei n. 10.257/01). O Estatuto das Cidades prevê que o Prefeito e os demais agentes públicos que deixarem de tomar as providências necessárias para a observância desse prazo podem incorrer em improbidade administrativa (art. 52, VII, da Lei n. 10.257/01).



Além disso, evidenciou-se que o Projeto de Lei apresenta possíveis inconstitucionalidades e ilegalidades em relação aos artigos que tratam das áreas de preservação permanente e da reserva legal, uma vez que contrariam o Código Florestal (Lei n. 4.771/69) e a Lei do Parcelamento do Solo (Lei n. 6.766/79).



Diante de tais constatações, houve instauração do Inquérito Civil Público n. 06.2011.003826-7, na data de 31/5/2011, com o objetivo de melhor investigar os fatos narrados, bem como para verificar se houve participação popular no processo de formulação do Plano Diretor, exigência do Estatuto das Cidades.



Após a instauração, foram requisitadas informações acerca do trâmite cronológico e da participação popular na elaboração do Projeto de Lei ao Prefeito Municipal e ao seu antecessor, bem como ao Presidente da Câmara de Vereadores. A este, ainda, foi expedida recomendação, para que seja alterada a redação do artigo que trata das áreas de preservação permanente e da reserva legal.



No momento, o procedimento aguarda a apresentação das informações requisitadas.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ajuizada Ação Civil Pública que visa à realização de obras de melhorias na Escola de Educação Básica Dom Joaquim, de Braço do Norte

No dia 27/5/2011, o Ministério Público do Estado de Santa Catarina, por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Braço do Norte, ajuizou a Ação Civil Pública n. 010.11.002800-1, na 2ª Vara Cível, com o objetivo de obrigar o Estado de Santa Catarina a realizar obras de melhorias na Escola Estadual de Educação Básica Dom Joaquim, em cumprimento a Termo de Ajustamento de Conduta firmado e não cumprido.

A Escola Estadual de Educação Básica Dom Joaquim vem apresentando problemas em sua estrutura física desde o ano de 2007, o que era facilmente perceptível por qualquer leigo, diante de rachaduras em suas paredes, afundamento do piso e vibração do prédio com o deslocamento de pessoas em seu interior. No dia 18 de junho de 2010, no período da manhã, os alunos e professores que se encontravam na Escola presenciaram uma vibração de maior intensidade, no momento em que não havia movimentação alguma por parte das pessoas presentes.

Em razão desse último acontecimento, o Ministério Público foi contatado pelo corpo docente da Escola e instaurou o Inquérito Civil Público n. 06.2010.002594-4 para averiguar os fatos. Durante as investigações, evidenciou-se que a Escola também não detinha alvará sanitário e habite-se.

Após a realização de audiência extrajudicial, foi celebrado, no dia 8/9/2010, Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta, por intermédio do qual o Estado de Santa Catarina comprometeu-se em finalizar as obras de infraestrutura e conseguir o alvará sanitário e o habite-se, para a garantia da segurança e salubridade dos alunos e demais pessoas, até o dia 31/12/2010, sob pena de multa.

Transcorrido o prazo, teve início o procedimento para verificação do cumprimento das cláusulas do acordo, no qual se constatou, após vistorias realizadas pela Vigilância Sanitária e pelo Corpo de Bombeiros, que diversos itens do acordado não haviam sido cumpridos, de forma que a Escola permanece, ainda, sem alvará sanitário e habite-se.
Oficiado ao Estado de Santa Catarina, este solicitou dilação do prazo para o cumprimento das obrigações. Assim, o Ministério Público designou nova audiência extrajudicial para discussão do problema com o representante do Estado. Todavia, este não compareceu na solenidade e nem justificou a falta.

Por essa razão, diante do descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta e do descaso do representante estatal, para salvaguardar a segurança e a salubridade dos alunos, professores e demais pessoas que transitam na Escola Estadual de Educação Básica Dom Joaquim, o Ministério Público aforou ação civil pública, que aguarda, no momento, a análise do Poder Judiciário.

Veja Também:
SUPERLOTAÇÃO DE SALAS DE AULA
http://mpbracodonorte.blogspot.com/2010/04/superlotacao-de-salas-de-aula.html

FAÇA O DOWNLOAD VIA 4SHARED, DA PETIÇÃO INICIAL DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA EM:
http://www.4shared.com/document/qoxMV46c/ACP_-_Execuo_de_TAC_-_reforma_.html

*caso os links acima não se executem automaticamente, você poderá recortar cada um deles e colar na barra do seu navegador.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ajuizada Ação Civil Pública que visa a bter novo caminhão de combate a incêndio para o Corpo de Bombeiros de Braço do Norte


No dia 25/5/2011, o Ministério Público do Estado de Santa Catarina, por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Braço do Norte, ajuizou a Ação Civil Pública n. 010.11.001979-2, na 1ª Vara Cível, com o escopo de obrigar o Estado de Santa Catarina a adquirir e entregar, ao Corpo de Bombeiros de Braço do Norte, uma viatura auto bomba tanque, utilizada para combates a incêndio.



O veículo atualmente utilizado para esta finalidade é um caminhão fabricado no ano de 1979, o qual se encontra em situação de extrema precariedade e constantemente apresenta necessidade de reparos. Dessa forma, são várias as ocasiões em que a atuação do Corpo de Bombeiros no Vale passa a depender do auxílio das guarnições de Tubarão ou Orleans, contando com a sorte de estes não estarem em outro atendimento quando contatados.



A população local, destarte, encontra-se diuturnamente em risco, não podendo assegurar-se de que contará com os serviços prestados pelos Bombeiros, caso se faça necessário.
A preocupação acerca do assunto não é recente e nem inédita. Desde o ano de 2008, o comando do Corpo de Bombeiros local vem se mobilizando na busca pela obtenção de um novo veículo de combate a incêndio, porém, sem sucesso, uma vez que o Governo do Estado mostrou-se omisso e inerte. Várias reportagens jornalísticas locais já evidenciaram o fato.



Tal quadro configura uma afronta ao direito à cidadania e à segurança pública, perfazendo-se necessária a intervenção jurisdicional, na busca de assegurar à população o exercício das garantias constitucionais a ela devidas.



No momento, a ação aguarda a análise do Poder Judiciário.




baixe o arquivo da Petição Inicial da Ação Civil Pública: